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Notícias:

Comissão Europeia autoriza soja geneticame

A Comissão Europeia autorizou a soja XtendFlex (MON 87708 x MON 89788 x A5547-127) para uso em alimentos e rações dentro da União Europeia em 14 de outubro. Com este produto, os agricultores têm flexibilidade adicional para combater ervas daninhas resistentes e difíceis de controlar.

Soja modificada

A soja XtendFlex é baseada na tecnologia de soja Roundup Ready 2 Xtend de alto rendimento com tolerância adicional aos herbicidas glufosinatos. Com este produto, os agricultores têm flexibilidade adicional para combater ervas daninhas resistentes e difíceis de controlar.

Esta variedade de soja geneticamente modificada passou por um procedimento de autorização abrangente que inclui uma avaliação científica favorável da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA). A autorização, concedida a 14 de outubro de 2020, é válida por dez anos e qualquer produto produzido a partir desta soja transgénica estará sujeito aos rígidos regulamentos de rotulagem e rastreabilidade da União Europeia.

A variedade de soja XtendFlex foi desenvolvida pela Bayer, empresa que desenvolveu um plano de abastecimento para atender a demanda do mercado em 2021. A empresa espera que o lançamento da soja XtendFlex coincida com o lançamento da soja Roundup Ready 2 Xtend.

FONTE: CiB Portugal

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Estudo aponta: Decisão do Tribunal de Just

Num artigo intitulado “The status under EU law of organisms developed through novel genomic techniques” publicado no European Journal of Risk Regulation, diversos investigadores demonstram que o despacho do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) sobre as novas técnicas genómicas está errado.

CiB Portugal

Segundo o CiB Portugal, a 25 de julho de 2018, o Tribunal de Justiça da União Europeia emitiu um despacho onde concluiu que os organismos desenvolvidos através de novas técnicas genómicas (NTG ou métodos de mutagénese) constituem Organismos Geneticamente Modificados (OGM), tendo-os, por isso, incluído na Diretiva que regulamenta os OGM (Diretiva 2001/18). Desde então, este despacho tem sido questionado e alvo de muito debate, especialmente por parte da comunidade científica, sobre as implicações da decisão do TJUE.

A preocupação dos cientistas fez com que o Conselho da União Europeia solicitasse à Comissão Europeia a realização de um estudo sobre o estatuto das Novas Técnicas Genómicas, onde se inclui a edição de genomas, ao abrigo da legislação da UE. Nesse sentido, no início de 2020, a CE consultou as partes interessadas e dessa consulta resultou o artigo “The status under EU law of organisms developed through novel genomic techniques”, da autoria de Pieter van der MeerGeert AngenonHans BergmansHans-Jorg BuhkSam CallebautMerijn ChamonDennis ErikssonGodelieve GheysenWendy HarwoodPenny HundlebyPeter KearnsThomas McLoughlinTomasz Zimny.

Este estudo tem como objetivo contribuir para a discussão sobre o estatuto jurídico dos organismos desenvolvidos através de novas técnicas genómicas, oferecendo em primeiro lugar alguns antecedentes históricos das negociações sobre as Diretivas dos OGM da UE, bem como o contexto técnico de alguns dos termos da Diretiva e, em segundo lugar, uma análise da decisão.

O artigo adianta que (i) a conclusão de que os organismos obtidos por meio de técnicas / métodos de mutagénese constituem OGM nos termos da Diretiva significa que os organismos resultantes devem cumprir a definição de OGM, ou seja, o material genético dos organismos resultantes foi alterado de uma forma que não ocorre naturalmente por cruzamento e / ou recombinação natural; ii) a conclusão de que os organismos obtidos por meio de técnicas / métodos de mutagénese dirigida não se destinavam a ser excluídos do âmbito da diretiva é consistente com a história de negociação da diretiva; (iii) se um organismo se enquadra na descrição de ‘obtido por meio de técnicas / métodos de mutagénese dirigida’ depende se o material genético do organismo resultante foi alterado de uma forma que não ocorre naturalmente por cruzamento e / ou recombinação natural.

Por fim, o artigo oferece uma análise da definição de OGM da UE, concluindo que para um organismo ser um OGM no sentido da Diretiva, a técnica utilizada, bem como as alterações genéticas do organismo resultante, devem ser consideradas.

Aceda ao artigo.

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APEZ realiza conferência sobre a produção

A Associação Portuguesa de Engenharia Zootécnica (APEZ) vai levar a cabo um conjunto de conferências, sobre as mais variadas áreas da zootecnia, para todos os interessados. No próximo dia 9 de dezembro, pelas 21 horas, realiza-se a segunda edição sobre a produção de insetos e a sua utilização em alimentação animal. 

APEZ

A produção animal é um setor cada vez mais exigente e com necessidade de se adaptar a novas condições de mercado e exigências do consumidor. A produção de insetos surge cada vez mais como uma alternativa às matérias primas convencionais. Assim, existe uma necessidade constante de debater o assunto, de informar sobre o que é feito na área em Portugal e no resto do mundo.

Nesta conferência pretendemos apresentar aos participantes (aberto a todos os interessados na área) uma visão sobre a utilização dos insetos como matéria-prima alternativa na alimentação animal: aquacultura e petfood. Após breve exposição de cada interveniente pretendemos ter uma discussão moderada pelo Eng. Fábio Carvão para esclarecer quaisquer dúvidas dos participantes que não tenham ficado esclarecidas ou que surjam durante a conferência.

O evento é online e a inscrição é obrigatória (abertas até às 14 horas de dia 9 de dezembro). 

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Jungheinrich focada no crescimento rentáve

Nos próximos anos, a Jungheinrich, multinacional alemã especializada em equipamentos de movimentação de carga e soluções de intralogística, irá concentrar-se em aumentar a rentabilidade, eficiência e sustentabilidade.

Jungheinrich

O anúncio foi feito recentemente pela empresa, em Hamburgo, durante a apresentação da sua nova estratégia 2025+. Depois do Grupo ter atingido a sua meta de crescimento estratégico para 2020 um ano antes do planeado, a nova estratégia visa criar um valor ainda maior e mais sustentável, nos próximos anos, para todos os stakeholders, incluindo clientes, funcionários, acionistas, parceiros de negócio e sociedade em geral.

No plano tecnológico, a Jungheinrich está focada na inovação ao nível da automação, digitalização e sistemas de energia orientados para o futuro. A implementação de processos centrados no cliente e mais eficientes está a ser impulsionada como parte da transformação digital da empresa, que já foi iniciada.

O Grupo pretende expandir a sua presença global, principalmente nos mercados da Europa, China e América do Norte. Todas as atividades serão baseadas numa compreensão holística da sustentabilidade que tem em conta os aspectos económicos, ecológicos e sociais.

«A intenção é sermos a primeira escolha dos nossos clientes a longo prazo, oferecendo-lhes valor acrescentado através de soluções e tecnologias voltadas para o futuro. Ao mesmo tempo, enquanto Grupo, queremos ajudar a moldar o desenvolvimento económico, ecológico e social, criando valor sustentável para todos os nossos stakeholders. Para isso, estamos a tornar a Jungheinrich mais rentável, eficiente e sustentável», explica Lars Brzoska, presidente do Conselho de Administração da Jungheinrich AG. «A estratégia 2025+ significa que carregámos totalmente as nossas baterias a todos os níveis. Reunimos ideias e pontos fortes e definimos o caminho para um futuro brilhante na intralogística».

Com base na sua estratégia 2025+, a multinacional alemã tem como objetivo atingir uma receita de mais de 5 mil milhões de Euros para o exercício financeiro de 2025. Tendo reservado um valor para aquisições direcionadas e parcerias estratégicas. A receita orgânica deve exceder 4,6 mil milhões de Euros, com base numa taxa de crescimento anual de pelo menos 5 por cento.

Informação detalhada Estratégia 2025+

Na estratégia 2025+, a automação da intralogística é uma das áreas centrais do crescimento futuro para o Grupo. A Jungheinrich espera um crescimento anual do mercado entre 7 e 10 por cento nesta área. Neste contexto, a empresa avança na expansão do seu portfólio de automação, principalmente nas áreas de veículos guiados automatizados, armazéns automatizados, software e robótica. O objetivo é abrir novos mercados e alcançar uma posição ainda mais forte, especialmente no e-commerce. Para fortalecer a sua posição no mercado, a cooperação com parceiros de vários setores será ainda mais intensificada e serão feitas aquisições nesse sentido.

O Grupo está a intensificar a sua actividade também na área da digitalização e a impulsionar o desenvolvimento de novos produtos e modelos de negócio nesta área. A prioridade está no desenvolvimento do “armazém digital” com o auxílio da inteligência artificial e Big Data. Assim, está a expandir a sua gama de produtos digitais na área de sistemas de gestão de armazenamento, frota e baterias, bem como de sistemas de segurança e assistência.

A Jungheinrich já é a número um em eficiência elétrica de armazém e detém uma posição de liderança no desenvolvimento de sistemas de energia inovadores. Mais de 1.000.000 de empilhadores elétricos Jungheinrich estão atualmente em uso em todo o mundo, com forte enfoque na tecnologia de iões de lítio.

Até 2025, a empresa pretende que mais de 70 por cento do total das suas máquinas vendidas sejam movidas com bateria de iões de lítio. Para isso, nos próximos anos serão lançados no mercado mais modelos de empilhadores com baterias de iões de lítio totalmente integradas. A Jungheinrich também vê grande potencial de crescimento na divisão Powertrain Solutions, colocando a sua experiência na área de sistemas de energia à disposição de outros fabricantes, incluindo os da indústria de construção e de máquinas agrícolas, e, assim, impulsionar a mobilidade elétrica em todos os setores.

A fim de expandir a sua presença global, a Jungheinrich irá apostar fortemente nos mercados da Europa, China e América do Norte que juntos representam cerca de 80% do mercado mundial de intralogística. A empresa prevê aumentar a participação da sua receita fora da Europa em mais de 20 por cento. A Jungheinrich reservou uma quantia avultada para aquisições direcionadas e parcerias estratégicas.

«No futuro, as parcerias e aquisições estratégicas serão uma alavanca importante para atingirmos os nossos objetivos. Para isso, estamos a planear um volume de investimento considerável e pretendemos concentrarmo-nos principalmente nos mercados em crescimento», afirma Lars Brzoska.

A Jungheinrich também está a apostar na sua própria transformação digital, de forma a aumentar a sua eficiência. Nesse contexto, todos os processos e estruturas da empresa serão revistos e otimizados para aumentar a rentabilidade e eficácia da empresa. Para tal, serão avançados os projectos em curso DEEP (Digital End-to-End Processes) e N-Ex-T (Network -Excellence Technics) em particular.

«Processos eficientes ajudam a economizar recursos e simultaneamente aumentam a competitividade. Ao fazer melhor as coisas certas, aumentamos a nossa rentabilidade a longo prazo», conclui o responsável.

Na sua estratégia 2025+, a Jungheinrich tem uma visão holística da sustentabilidade no seu impacto económico, ecológico e social. Lars Brzoska explica que: “Para a Jungheinrich, enquanto empresa familiar, assumir a responsabilidade corporativa significa combinar aspectos sociais e ecológicos com um crescimento rentável. Essa auto-imagem leva-nos a moldar o futuro da nossa indústria.” De salientar, que na indústria de engenharia mecânica, a Jungheinrich está entre os 2% das empresas mais sustentáveis.

Neste contexto, a Jungheinrich aderiu à iniciativa 50 Sustainability & Climate Leaders para liderar a luta contra as mudanças climáticas ao lado de outros grupos internacionais. Como parte disso, a Jungheinrich estabeleceu como meta atingir a neutralidade de CO2. Ao introduzir uma gestão de sustentabilidade sistemática ao longo de toda a cadeia de abastecimento, o Grupo definiu responsabilidades claras para uma maior sustentabilidade. Além disso, a Jungheinrich pretende posicionar-se como um empregador de preferência, nos próximos anos. A proporção de mulheres entre a equipa de gestão também aumentará significativamente.

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Conservar a origem do futuro: Banco Portug

A biodiversidade para a alimentação e para a agricultura é um dos recursos naturais que maior importância tem para a humanidade. Conservá-la é uma necessidade mas também responsabilidade de todos, a nível global, e de cada país em particular. 

Banco Português de Germoplasma Vegetal

A conservação e valorização dos recursos genéticos vegetais desempenham um papel cada vez mais importante na segurança alimentar mundial e no desenvolvimento económico sustentável de cada país. Junto com a agricultura familiar, elas contribuem significativamente na coesão social e territorial consolidando a soberania dos países, uma vez que cooperam na luta contra a pobreza e promovem a melhoria do bem-estar das comunidades.

No contexto global da conservação e valorização sustentável dos recursos genéticos é de salientar o papel relevante dos agricultores junto das comunidades locais, enquanto elementos fulcrais desta metodologia de intervenção ao nível das explorações agrícolas, contribuindo para uma produção mais eficiente e de melhor qualidade, em particular na realização de mercados locais, com os seus valores e tradições associados.

Consciente da sua responsabilidade e assumindo a sua missão em pleno, o Banco Português de Germoplasma Vegetal partilha o conhecimento obtido através da participação na educação e informação junto de alunos de todos os níveis de escolaridade, de técnicos, agricultores e suas associações e do público em geral, participando em diversos encontros e mostras temáticas.

O Banco Português de Germoplasma Vegetal responde com excelência aos novos desafios que se colocam à conservação e valorização dos recursos genéticos através do cumprimento da sua missão e atividades: colher, conservar, caracterizar, avaliar, documentar e valorizar os recursos genéticos garantes do Sistema Nacional para a Conservação dos Recursos Genéticos, assegurando a diversidade biológica e a produção agrícola sustentável da atual e das futuras gerações.

O BPGV é um dos 170 bancos no mundo do grupo com mais de 10mil entradas conservadas, valor alcançado nos anos 90. Constam do seu acervo: as espécies que garantem 60% de energia da dieta humana, as principais espécies fonte de proteína essencial à alimentação humana e animal, as principais culturas do receituário gastronómico português, nomeadamente o milho, o feijão e as hortícolas.

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Alltech® Crop Science obtém registo para a

A Alltech Crop Science, departamento agrícola da Alltech, obteve o registo como biofertilizantes de três produtos da sua gama para a saúde do solo: CONTRIBUTE ibN, CONTRIBUTE ibP e CONTRIBUTE ibNP. 

Alltech Crop Science CONTRIBUTE

A linha CONTRIBUTE destaca-se pela sua capacidade de melhorar a produtividade e a saúde do solo, utilizando uma nova e exclusiva seleção de microrganismos autóctones, que permitem mineralizar a matéria orgânica, solubilizar nutrientes e fixar o azoto atmosférico, contribuindo assim para diminuir a atual dependência de adubos e fertilizantes de origem química na agricultura.

Os biofertilizantes CONTRIBUTE reforçam a linha de ação e o compromisso da empresa com a preservação do meio ambiente, contribuindo para a implementação da estratégia “Do Prado ao Prato”, proposta pela Comissão Europeia, cujo objetivo é diminuir o excesso de nutrientes no meio ambiente e os seus efeitos negativos na biodiversidade e no clima. As metas propostas pela CE até 2030 são: reduzir em 20% o uso de fertilizantes de origem mineral e orgânica e reduzir em 50% as perdas de nutrientes na agricultura, sem afetar a fertilidade do solo. 

A Alltech Crop Science com a sua linha de produtos CONTRIBUTE participa no projeto Micro N, que visa a aplicação de microrganismos no solo para fixar o azoto atmosférico. Este projeto estuda a eficácia da substituição de 30% da fertilização azotada, em diversas culturas agrícolas, por microrganismos autóctones, cuja função, entre outras, é fixar o azoto atmosférico que é aproveitado de forma natural pelas plantas.

O azoto é o segundo macronutriente essencial para as plantas, depois da água é considerado um elemento vital imprescindível. Embora seja o elemento químico mais abundante na atmosfera, as plantas não o conseguem assimilar diretamente. Até agora, para conseguir que as culturas agrícolas assimilem o Azoto através das raízes, têm sido utilizados principalmente fertilizantes químicos à base de ureia, amoníaco, óxido nitroso e nitrato, aplicados ao solo.

O uso de fertilizantes químicos tem consequências negativas para o meio ambiente, tais como a degradação dos solos, a emissão de gases com efeito de estufa, gerados pelo óxido nitroso, e o risco de contaminação dos aquíferos e a eutrofização das águas.

Com este registo, a linha CONTRIBUTE será uma alternativa biológica para as culturas, evitando a contaminação por nitratos e fosfatos, entre outras substâncias, que têm efeitos negativos na biodiversidade e no clima.

Uma população robusta de microrganismos benéficos, essenciais à produtividade do solo, reduz substancialmente ou elimina os organismos patogénicos viáveis, melhora o teor de carbono e o pH do solo. Proporciona às plantas os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento durante a fase de crescimento. Um microbioma diverso e saudável contribui para a maior vitalidade e produtividade das plantas.

Como funcionam os biofertilizantes CONTRIBUTE?

Os produtos da linha CONTRIBUTE são diretamente aplicados ao solo, através do sistema de rega ou por pulverização, instalam-se na zona da rizosfera, aumentando a disponibilidade de nutrientes, promovendo o desenvolvimento vegetativo e aumentando a resistência das plantas ao stress abiótico. Além disso, estes microrganismos produzem substâncias que estimulam as raízes das plantas e promovem a nutrição.

As estirpes de microrganismos benéficos patenteadas pela Alltech foram selecionadas pela sua adaptação ao meio, facilidade de implantação e capacidade de melhorar a saúde do solo, contribuindo para uma maior produção e qualidade das culturas agrícolas.

 

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Nova dotação do VITIS com foco na valoriza

A ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, procedeu a um conjunto de alterações à portaria que estabelece as normas de execução do seu regime e determinou a abertura de um novo aviso (campanha 2021-2022) no valor de 50 milhões de euros.

Viticultura

Estas alterações visam dinamizar os investimentos no setor da viticultura e reforçar o regime de apoio à reestruturação e reconversão das vinhas (VITIS) como um dos instrumentos privilegiados de melhoria da competitividade do sector vitivinícola e da qualidade dos seus produtos.

Através da Portaria publicada hoje, em Diário da República, entram nos critérios de prioridade as vinhas que se destinem a modo de produção biológico, os produtores detentores do estatuto da agricultura familiar, as vinhas históricas e os projetos de interesse nacional (PIN).

Há ainda um conjunto de outras alterações que resultam de um trabalho em conjunto com o setor como a possibilidade de candidaturas agrupadas, apresentadas por cinco ou mais viticultores, e o aumento da ponderação para os beneficiários sem candidatura aprovada nos dois concursos anteriores.

Para a ministra da Agricultura estas medidas de apoio ao investimento são essenciais: «Num tempo de grande incerteza, o setor do vinho tem dado provas de enorme resiliência e capacidade de adaptação. Apesar de especialmente afetado pelo encerramento e constrangimentos do canal Horeca, o que levou à diminuição das vendas no mercado interno, tendo, no entanto, continuado a crescer nas exportações, com um aumento de 3,8% em volume e de 2,4% em valor. Queremos continuar a apostar no seu crescimento, na sua valorização e na nossa capacidade de inovar».

A apresentação das candidaturas ao regime de apoio à reestruturação e reconversão da vinha (VITIS) deve fazer-se através da página eletrónica do IFAP, e o seu prazo decorre entre o dia 2 de dezembro de 2020 e as 17 horas do dia 15 de janeiro de 2021, de acordo com o aviso disponível.

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Combater a sinistralidade nos veículos agr

Na sequência das alterações aprovadas ao Código da Estrada, a CONFAGRI alerta que "não se combate o problema da sinistralidade envolvendo veículos agrícolas com coimas".

Trator agrícola

Em primeiro lugar, a organização defende que "há que reconhecer que o parque de tratores e máquinas agrícolas está muito envelhecido, cerca de 50% dos tratores tem mais de 20 anos e estão homologados sem estruturas de proteção anti-reviramento"

Por outro lado, considerando que a maioria dos acidentes mortais com tratores e máquinas agrícolas ocorre em contexto de “Acidente com Veículo Agrícola em Propriedade Privada”, a aplicação de coimas é ineficaz.

"O combate da sinistralidade com veículos agrícolas e máquinas agrícolas é urgente", apontam em comunicado.

Para a CONFAGRI, o problema só será resolvido com eficácia com:

  • Desenvolvimento de software para desenho e construção de estruturas de proteção anti-reviramento, com homologação automática, para tratores antigos;

  • Programa especifico  de abate e substituição de tratores;

  • Formação e sensibilização de agricultores e operadores de máquinas.

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