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Notícias:

Valorfito apela os produtores de milho a r

O Valorfito lançou um pedido da valorfito aos produtores de milho, solicitando a sua colaboração na recolha e posterior reciclagem de sacos de sementes.

VALORFITO

A taxa de retoma destes resíduos foi cerca de 20% em 2020, menos de metade da média do Valorfito. «Recebemos muito menos do que seria de esperar de sacos se milho, arroz e cereais praganosos.Temos e devemos reverter esta situação com a ajuda de todos. Basta colocar os sacos vazios dentro dos SACOS VERDES Valorfito e entregar num ponto de retoma / ponto de venda. Os sacos verdes significa NÃO PERIGOSO. por isso não misturar com pesticidas», refere a entidade.

O VALORFITO, designação pelo qual é conhecido o Sistema Integrado de Gestão de Embalagens e Resíduos em Agricultura, tem como objectivo a recolha periódica dos resíduos de embalagens primárias de produtos fitofarmacêuticos e sua gestão final, seguindo as exigências do Despacho Conjunto 369/2006 de 02/05/2006, publicado na Série II do DR nº 84. Este sistema permite dar resposta às necessidades dos produtores agrícolas de encontrarem um destino adequado para os resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos que são gerados nas suas explorações agrícolas, e assegura que toda a fileira do sector agrícola (produtores, distribuidores e agricultores) possa cumprir a legislação em matéria de resíduos de embalagens de produtos fitofarmacêuticos..

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ENRD lança ficha sobre como valorizar as p

O Grupo Temático sobre o Pacto Ecológico Europeu e Zonas Rurais da Rede Europeia de Desenvolvimento Rural (ENRD) publicou a ficha informativa "Usando a PAC para valorizar as práticas de gestão agrícola e florestal sustentáveis".

gestão agrícola

Este documento analisa as oportunidades que a concepção e implementação de intervenções relevantes, estabelecidas nos próximos Planos Estratégicos da PAC apresentam para melhorar as práticas de gestão sustentável e contribuir para os objetivos do Pacto Ecológico Europeu.

Apresenta ainda ideias e exemplos emergentes do Grupo Temático (TG) do ENRD sobre o Pacto Ecológico e as zonas rurais são indicadas como uma fonte de inspiração para as autoridades de gestão e as partes interessadas.

Consulte a ficha informativa, disponível no Centro de Recursos.

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Webinar: “Produção de Frutas e Hortícolas"

No âmbito do Ano Internacional de Frutas e Hortícolas, a Associação Portuguesa de Nutrição organizou um Ciclo de Webinares sobre Frutas e Hortícolas: da Produção ao Consumo.

Frutas e Legumes

O primeiro webinar, cujo tema será “Produção de Frutas e Hortícolas” terá lugar no dia 26 de Abril entre as 14h30 e as 16h, através da plataforma Zoom, de forma gratuita.

As inscrições são obrigatórias neste link.

Aceda aqui ao programa.

Participação de Rui Maia de Sousa, investigador do INIAV.

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Inquérito: Práticas de cautomia em suinicu

O COPA-COGECA está a aplicar aos produtores suinícolas dos Estados-Membros da União Europeia um inquérito que visa diagnosticar os procedimentos e as dificuldades sentidas nas explorações no sentido de reduzir as práticas de caudotomia em suinicultura.

suínos

As questões são iguais para todos os produtores europeus e a sua participação é de extrema importância para a tomada de posições do grupo de trabalho na defesa das técnicas exequíveis na produção suinícola.

O inquérito é totalmente anónimo e pode ser preenchido clicando aqui.

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Vacina contra Peste Suína Africana prometi

As vacinas são a grande promessa de combate à Peste Suína Africana (PSA). Cientistas do International Livestock Research Institute (ILRI) estão a desenvolver testes para confirmar a capacidade da ferramenta de edição de genomas CRISPR Cas9 e da biologia sintética para modificar o genoma do vírus e reduzir assim o índice de mortes por PSA.

Suinicultura

Com as primeiras pesquisas a começar em 2016, de acordo com a investigadora principal do projeto de vacinas contra a PSA do ILRI, Lucilla Steinaa, já existem sete a dez vacinas candidatas, em diferentes fases, estimando que os testes controlados em laboratório realizados em animais estejam concluídos até ao final de 2022. «Até lá, esperamos ter encontrado uma vacina candidata que possa ser produzida», afirma. Para já, Steinaa confirma que «este é o primeiro teste baseado num genoma a ser conduzido no genótipo IX, prevalente na África Oriental e Central».

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a agricultura (FAO), a caracterização genética de todos os vírus isolados da peste suína africana conhecidos até agora já demonstrou 23 genótipos geograficamente relacionados com vários subgrupos.

Com uma taxa de mortalidade de 100 por cento e uma natureza altamente contagiosa, a peste suína africana representa uma forte ameaça para a indústria global de suinicultura. Com o aumento da criação de porcos em África, estima-se que esta doença possa aumentar a sua incidência no continente, ainda que continue a haver alguma resistência, sobretudo por parte dos pequenos produtores, particularmente vulneráveis à devastação causada pela PSA, que se furtam à criação destes animais para evitar prejuízos.

Também a China está de olhos postos na vacina. Com cerca de 400 milhões de porcos, este país reúne a maior concentração da população total do mundo de 770 milhões de porcos.

A PSA está presente em 26 países africanos, bem como em certos territórios da Ásia e da Europa, sendo a vacina uma esperança para reduzir significativamente o número de mortes de suínos em todo o mundo.

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Native: Aumentar a rentabilidade de forma

Nutrir as plantas corretamente e ao mesmo tempo protegê-las de forma sustentável. Foi sob estas premissas que a Hubel Verde criou a Native – Old Roots, New Harvest, uma nova gama de Bioprotetores e Complementos para Nutrição Vegetal que pretende recuperar os pressupostos de uma agricultura ancestral e ecológica.

native

Numa altura em que o aumento da população mundial e consequente necessidade mais alimentos são realidades inquestionáveis, é importante que as produções sejam cada vez mais eficazes.

A Hubel Verde tem atualmente mais de 25 anos de trabalho de campo e conta com um corpo de consultores técnicos bem conhecedores das culturas e das condições particulares de produção existentes em cada região do nosso país. Estes profissionais assistiram, ao longo dos anos, a vários ciclos de produção, acompanharam e foram elementos ativos na evolução do regadio e de todas as técnicas desenvolvidas para o tornar mais eficaz na rentabilidade das culturas. Estiveram na linha da frente na intensificação e aumento da produtividade com a generalização do uso de fertilizantes líquidos. Deram os primeiros passos nas culturas sem solo em hortícolas e mais tarde nos frutos vermelhos. Assistiram ao uso indiscriminado de pesticidas e viram o seu uso ser cada vez mais regulamentado e a importância do trabalho técnico ser cada vez maior no sentido de se encontrarem soluções para se manter a rentabilidade das explorações. A par de todas estas adaptações, a equipa técnica da Hubel Verde cresceu sempre de forma ajustada aos novos conceitos mais respeitadores do ambiente e da saúde humana e animal.

Praticamente ultrapassada uma época em que o respeito pelo uso de produtos homologados ou o respeito pelos intervalos de segurança e limites máximos de resíduos era uma miragem, vive-se atualmente uma agricultura para a qual a grande maioria dos agricultores olha com seriedade para estes temas e os toma como ponto de honra na sua forma de contribuir para uma sociedade cada vez mais desenvolvida. É chegada uma altura em que se evolui da chamada agricultura convencional para a proteção e produção integrada e ao pragmatismo de que há formas de fazer biológico, com escala e com rentabilidade para os empresários agrícolas.

É com muita satisfação que a empresa vê no dicionário agronómico serem reativadas ou adicionadas palavras ou conceitos como ‘fisiologia vegetal’, ‘rotação cultural’, ‘taxa de absorção dos elementos nutritivos’, ‘coeficiente de troca catiónica’, ‘exsudados radiculares’, ‘rizosfera’, ‘rizobioma’, ‘biodiversidade’, ‘microrganismos simbióticos’, ‘micorrizas, bactérias fixadoras de azoto’, ‘bactérias solubilizadoras do solo’, ‘biotecnologia’, ‘nanotecnologia’, ‘vacinas vegetais’, ‘equilíbrio biológico de pragas’ e ‘polinizadores’.

E é dentro deste espírito e necessidade, identificada no campo, que surgem os produtos Native. Baseados em soluções biotecnológicas, muitos deles utilizam microrganismos ou os metabolitos resultantes da sua atividade, e que enquadram de forma equilibrada os últimos normativos da CE onde se pretende uma maior responsabilidade ambiental e um aumento do rendimento das culturas que permita responder às exigências do mundo atual.

Na Native os produtos são maioritariamente certificados para uso em agricultura biológica ou em produções de Resíduo Zero.

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A gama de produtos agora apresentados são fortes precursores da elaboração, por parte da planta, de elementos que vão condicionar a sua fisiologia em fases cruciais do seu desenvolvimento, como o enraizamento e estabelecimento da planta, da floração e vingamento e do crescimento e maturação dos frutos. Também a presença de elicitores específicos vão despertar reações de defesa das plantas preparando-as em antecipação para uma maior capacidade de resposta face a ameaças bióticas e abióticas.

Os produtos Native conferem uma maior capacidade de toma de elementos nutritivos por parte das plantas (facilitadores nutricionais e poupança energética), conferem-lhes maior capacidade de resistência a adversidades e condições de stress (bioproteção), e ainda ajudam a condicionar e redirecionar os fluxos fisiológicos através das fases de desenvolvimento das plantas, por forma a serem obtidos maiores rendimentos e qualidade.

O objetivo passará sempre por aumentar a rentabilidade das culturas através do uso mais eficiente da água, maior qualidade da produção, maior defesa contra doenças e pragas, e uma melhor defesa e recuperação das culturas face a condições edafoclimáticas desfavoráveis. Ao mesmo tempo que existirá sempre a preocupação implícita de proteger a vida nos solos e nos aquíferos e a segurança alimentar.

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The Summer Berry Company Portugal adere ao

A The Summer Berry Company Portugal aderiu ao programa Operation Pollinator, uma nova ferramenta na sua estratégia global de estímulo da biodiversidade na produção de framboesa e mirtilo.

summer berry

Localizada em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano, no concelho de Odemira, esta empresa produz e vende anualmente cerca de 2000 toneladas de pequenos frutos para diversos países da Europa: Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Itália, Polónia e Portugal. Conta com uma área de 80 hectares em produção e tem planos para adicionar mais 60 hectares a curto prazo, em resposta à elevada procura destes frutos nos mercados europeus.

Quando se instalaram em Portugal, os investidores da The Summer Berry Company Portugaltinham bem clara a vontade de produzir fruta de qualidade e a necessidade de apoiar a Biodiversidade nas suas quintas. A equipa de agrónomos, jovem, qualificada e sensível às questões ambientais, tem procurado introduzir técnicas que beneficiam a produção e o ecossistema. Em 2018, instalaram enrelvamento com espécies herbáceas na entrelinha de alguns dos túneis de framboesa, com o objetivo de aumentar a humidade relativa no Verão, essencial a algumas das cultivares. O que aconteceu na sequência desta experiência foi uma surpresa: houve um aumento das populações de insetos auxiliares e da diversidade de espécies presentes, tais como ácaros predadores e fitoseídeos, e uma redução significativa das pragas-chave das culturas (ácaro amarelo, afídeos, tripes), comparativamente aos túneis sem enrelvamento.

«Verificámos que perante um foco inicial de ácaros, os predadores surgiam espontaneamente e começavam a atuar antes mesmo de qualquer intervenção da nossa parte. Nos mirtilos, a população de afídeos passou a ser controlada por vespas parasitóides silvestres, o que ajudou a reduzir o uso de inseticidas-acaricidas e até mesmo de agentes de controlo biológico», explica João Alves, responsável de produção na The Summer Berry Company Portugal.

Em paralelo, nas bordaduras exteriores aos túneis foram semeadas plantas autóctones floridas, cujo pólen e néctar atrai polinizadores e auxiliares. «Queríamos aumentar a percentagem de espécies floridas nas misturas de exterior que já tínhamos instaladas e foi por essa altura - final de 2019 - que encontrámos informação sobre o programa Operation Pollinator da Syngenta, a partir daí abriu-se um mundo novo», conta o agrónomo.

A The Summer Berry Company Portugal semeou as suas primeiras margens multifuncionais Operation Pollinator no exterior dos túneis em fevereiro de 2020, numa fase já tardia, o que aliado à secura desse ano no Alentejo, condicionou o crescimento de parte das espécies. Mas nem tudo estava perdido…usando uma mistura de sementes Operation Pollinator, voltaram a instalar uma margem multifuncional na entrelinha dos túneis de framboesa. As plantas cresceram rápido e bem, com a ajuda de rega por micro-aspersão, embora nem todas as espécies semeadas tenham florido no tempo ideal do ciclo da cultura.

the summer berry

«A princípio ficámos apreensivos, as plantas da entrelinha começam a ser atacadas por ácaros e afídeos, mas na realidade estes inimigos não passaram para a cultura e surgiu fauna auxiliar que ajudou a controlar as pragas, tanto na faixa enrelvada como na cultura», recorda João Alves.

Já este ano, a The Summer Berry Company Portugal voltou a semear margens com a mistura de sementes Operation Pollinator, aguardando, entretanto, o desenvolvimento das plantas floridas para avaliar os resultados no estímulo da biodiversidade das suas quintas.

As margens multifuncionais nas bordaduras exteriores aos túneis, seja com a mistura Operation Pollinator ou com outras misturas já testadas pela empresa, são fonte de alimento e abrigo para abelhões, polinizadores secundários (sirfídeos, dípteros) e abelhas melíferas, todas elas espécies importantes para a polinização das framboesas e dos mirtilos.

«O apicultor ao qual alugamos as colmeias diz que as abelhas que passam uma temporada nas nossas quintas, quando regressam, estão saudáveis e não tem perdas», acrescenta.

A estratégia de apoio à Biodiversidade nas quintas da The Summer Berry Company Portugal contempla ainda outras medidas, tais como a instalação de sebes naturais, que servem de corredor ecológico para várias espécies, ou ainda um plano de recuperação de 22 hectares da quinta para abrigar a fauna e flora local.

«A The Summer Berry Company Portugal tem sido um exemplo no que diz respeito à agricultura sustentável, devido à sua constante procura da preservação da biodiversidade. A parceria com a Syngenta já vem detrás e tem evoluído com a relação comercial que se estabeleceu, quer por iniciativa dos técnicos da empresa, quer por intermédio da nossa equipa. A promoção da sustentabilidade é um fator-chave que nos une», afirma Tiago Santos, Técnico Gestor Conta Cliente da Syngenta.

O próximo passo neste desígnio comum de estímulo da biodiversidade pode vir a passar pelo desenvolvimento de misturas de sementes Operation Pollinator específicas para culturas protegidas, necessidade identificada por João Alves, que lança o desafio à Syngenta: «precisamos de espécies que se estabeleçam e entrem em floração rapidamente e consigam regenerar-se espontaneamente, mesmo após o corte da margem».

Este é um claro exemplo de que a aliança entre Agricultura e Biodiversidade compensa quem produz, beneficiando o consumidor e o Ambiente.

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Fórum para o Futuro da Agricultura discute

Ao longo deste ano, o Fórum para o Futuro da Agricultura organiza conferências regionais e eventos online para discutir a agricultura e o ambiente a nível nacional em toda a Europa.

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A próxima edição terá lugar no dia 26 de maio, das 09:30 às 12:00 em Santarém e também estará disponível para assistir em direto em formato online, gratuitamente, com traduções disponíveis de português para inglês - guarde a data! As inscrições serão abertas no início de maio.

ffa2021

Durante a tarde, a FFA organiza um 'Workshop de Soluções FFA2021 em Novas Técnicas de Melhoramento de Plantas (NBTs)' das 14h00 às 16h15.

ffa2021

A conferência anual do Fórum para o Futuro da Agricultura realiza-se todas as primaveras em Bruxelas. Este ano, a conferência anual foi realizada em formato virtual. O objetivo do Fórum é estimular discussões abertas sobre o futuro da agricultura europeia e mundial e avaliar o que deve e o que pode ser alcançado ao longo do tempo, atribuindo igual peso a dois desafios: segurança alimentar e segurança ambiental. O evento de Bruxelas é acompanhado todos os anos por conferências regionais em toda a Europa. O Fórum é agora estabelecido como o principal local de encontro para aqueles que têm interesse no futuro da agricultura e foi dirigido por comissários europeus, MEPs, ministros do governo nacional, líderes da indústria, académicos, ONGs, organizações internacionais, incluindo a OCDE e a FAO. 

Para consultar todas as informações, visite a página do evento.

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