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Notícias:

Campanha da Pera Rocha inicia-se dia 17 de

Inicia esta segunda-feira, dia 17 de agosto, mais um ano de campanha de Pera Rocha. Para a abertura oficial da campanha, o evento conta com a presença da ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, para uma visita ao campo durante a colheita e, posteriormente, a titular do Ministério irá acompanhar o processo pós-colheita na central fruteira.

Pera Rocha

O fruto, que é um ícone português, mantém as suas características de boa qualidade, sabor e pigmentação. A ANP possui cinco mil produtores associados, e cria 4700 postos anuais e durante a campanha consegue empregar mais de 15 mil pessoas por dia.

A Pera Rocha é produzida maioritariamente nos concelhos entre Mafra e Leiria, sendo os de maior produção os do Cadaval e Bombarral. A Pera Rocha do Oeste possui Denominação de Origem Protegida, um reconhecimento da qualidade do fruto português por parte da União Europeia. O seu sabor também viaja além-fronteiras.

Esta é um dos produtos agrícolas nacionais mais exportados e muito apreciado no Brasil, Reino Unido, França, Alemanha ou Marrocos, os cinco principais destinos das exportações. Cerca de 60% da produção nacional é vendida nos mercados internacionais.

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Rita Barradas é a nova Gestora do Programa

O Ministério tutelado por Maria do Céu Antunes designou a nova equipa gestora do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020)

PDR 2020

Além da gestora Rita Barradas, juntam-se a ela, enquanto adjuntos, Ana Isabel Prata Ramos e António Correia Monteiro Alves.Até então, a gestão do PDR 2020 estava a cargo de Gabriela Freitas, Manuela Azevedo e Silva e Hélder Bicho.

Rita Barradas é licenciada em agronomia e já desempenhou funções enquanto coordenadora do núcleo de acompanhamento dos programas Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e Fundo de Coesão. Com uma pós-graduação em estudos europeus e um curso de gestão pública, também já atuou enquanto gestora adjunta da autoridade de gestão do PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural do continente 2007-2013) e do programa para a Rede Rural Nacional.

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Parasitas resistentes a anti-helmínticos c

Um estudo internacional estimou que os parasitas resistentes a fármacos anti-helmínticos custam à indústria de produção animal europeia mais de 38 milhões de euros por ano em perdas de produção e custos com tratamentos veterinários.

Bovinos

Os parasitas podem causar grandes problemas de bem-estar e produtividade em bovinos, ovinos e caprinos em todo o mundo, afectando o crescimento, a fertilidade e a produção de leite. É preocupante que a resistência aos fármacos anti-helmínticos amplamente usados para tratar e prevenir infecções parasitárias esteja a aumentar. Isso significa que os sistemas de produção animal atuais podem não ser sustentáveis a longo prazo.

Agora, um novo e importante estudo estimou que os parasitas helmintes têm um impacto na produção animal europeia de mais de 1,8 biliões de euros por ano, com a resistência aos anti-helmínticos a custar pelo menos 38 milhões de euros por ano em perdas de produção e custos de tratamento. O estudo pode ajudar a identificar os sectores e regiões da produção animal onde ocorrem as maiores perdas e a delinear os programas de controlo e as políticas de investigação a nível nacional e europeu.

Os custos das infecções por helmintes em Portugal foram estimados em cerca de 25 milhões de euros por ano, com as maiores perdas a acontecerem nos caprinos e bovinos de leite. Os custos anuais da resistência aos anti-helmínticos em Portugal foram estimados em cerca de 413 mil euros.

Os dados económicos da produção animal foram combinados com os dados mais recentes sobre os níveis de resistência a anti-helmínticos em 18 países europeus. Os dados não estavam disponíveis para todos os países europeus e apenas uma classe de anti-helmínticos foi incluída na análise. Existem cinco classes de fármacos disponíveis e a resistência é generalizada em pelo menos três dessas classes. Isso significa que os custos provavelmente serão maiores do que as estimativas alcançadas no estudo.

Este estudo foi liderado pelo Dr. Johannes Charlier da empresa de consultadoria científica belga Kreavet, no âmbito da acção de cooperação europeia para a ciência e a tecnologia COMBAR (Combatting Anthelmintic Resistance in Ruminants, combatendo as resistências aos anti-helmínticos em ruminantes). Envolveu um total de 23 organizações que reuniram experiência nacional/regional e os dados mais recentes sobre o impacto económico das doenças parasitárias na produção animal europeia.  

Sobre a COMBAR

Os parasitas helmintes causam doenças graves e estão entre as doenças mais importantes que provocam limitações à produção de ruminantes, sobretudo de pastoreio. O uso frequente de anti-helmínticos para controlar essas infecções resultou na selecção de populações de helmintes resistentes aos anti-helmínticos. A resistência anti-helmíntica é hoje encontrada em todas as principais espécies de helmintes na Europa e no mundo.

A COMBAR está a promover estudos sobre a prevenção da resistência anti-helmíntica em helmintes de ruminantes na Europa e a disseminar o conhecimento actual entre todas as partes relevantes. Ao reunir parasitologistas, cientistas sociais e economistas, a COMBAR promove o trabalho multidisciplinar de cientistas que normalmente raramente interagem.

A COMBAR está a integrar novos desenvolvimentos nos campos relativos a (i) testes de diagnóstico; (ii) vacinas para proteger os animais da infecção; (iii) forragens antiparasitárias; (iv) estratégias de tratamento selectivo; (v) ferramentas de apoio à decisão. Ao avaliar estas novas tecnologias, as barreiras à sua adopção e ao facilitar a transferência de conhecimento e tecnologia numa abordagem coordenada, a COMBAR está a combater a resistência anti-helmíntica na Europa. 

A investigadora Teresa Mateus, da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, é a representante nacional deste estudo.

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Citricultura e o sucesso do controlo bioló

A inovação no sector primário nunca foi tão importante. Ser agricultor é, simultaneamente, o trabalho mais fácil e mais difícil de todos. É, por um lado, fácil, porque uma planta cresce com a luz do sol e a água da terra. Muito mais podemos ir buscar à Natureza - desde a semente, as estações, o dióxido de carbono, os nutrientes e a polinização.

Citricultura

Por: Daniel Magalhães, Consultor Técnico-Comercial da Koppert Biological Systems Portugal

Por outro lado, se estamos a aproveitar o que a Natureza nos dá, também estamos a aceitar tudo o resto que isso acarreta. E, convenhamos, ter a Natureza como “adversário”, é ter de enfrentar provavelmente a força mais imprevisível e com maior poder no planeta. Neste caminho estreito em que aproveitamos as bênçãos e superamos os obstáculos que a Natureza nos apresenta, sempre se encontrou o sector primário.

O sector agrícola tem a hercúlea tarefa de ajudar a alimentar uma população sempre crescente, pelo que, desde sempre se encontra num estado de melhoramento e inovação. A adaptabilidade e inovação na agricultura é, portanto, não só uma característica intrínseca mas também criticamente necessária.

Pelas mais diversas razões, desde preocupações com a saúde humana a uma procura crescente do consumidor por tecnologias de produção mais sustentáveis, todo o sector tem vindo a favorecer métodos mais naturais e menos agressivos com o ambiente. O controlo biológico torna-se, nesta conjuntura, um passo natural a seguir, em múltiplos planos, desde económico a ecológico.

Naturalmente, a fruticultura e, mais especificamente, a citricultura, devido à sua facilidade de consumo e à presença no nosso país, enfrentam agora uma necessidade de se adaptar também. A notícia de que a laranja do Algarve aumentará a sua presença nos mercados alemães é um claro sinal da sua qualidade, mas também de que maior ênfase será colocado na rastreabilidade, fitossanidade e no cumprimento de determinados métodos de produção.

Para vencer estes novos desafios, o controlo de pragas é essencial e seria de esperar que o que o mercado pede, como produção mais sustentável e menos agressiva para o meio-ambiente, seja refletido nos regulamentos europeus e de cada Estado-Membro.

É o caso dos produtos fitossanitários disponíveis no mercado, que são cada vez mais restritos e alvo de maior controlo, sem contar com o crescente desenvolvimento de resistências por parte das pragas. Tudo aponta, então, para uma nova análise do potencial da proteção biológica para complementar o controlo de pragas.

Os citrinos têm um leque bastante alargado de pragas que o podem afetar, desde várias espécies de mosca branca, ácaros fitófagos, várias espécies de cochonilha e de afídios e, ainda, a mosca do mediterrâneo. À primeira vista, parece uma autêntica vaga de pragas, mas o sector não parece desanimado, senão vejamos a conjectura.

Segundo a DRAP, mais de 350 mil toneladas de citrinos foram produzidas no ano passado só no Algarve, aliado a um aumento mínimo de área. É um claro sinal de como os processos e métodos foram evoluindo (principalmente na nutrição das plantas).

Usando este exemplo de resiliência, é natural que se veja um crescimento do interesse e confiança em métodos de proteção integrada. No país vizinho, são vários os exemplos de uma boa aplicação destes métodos. Onde antigamente não havia soluções para muitas das pragas, neste momento, respostas para quase todas existem fora dos agroquímicos. É necessário agora encontrar uma boa estratégia que reduza o uso de substâncias menos desejáveis nos mercados, de modo a tornar o produto ainda mais apetecível, mais flexível e independente de substâncias vulneráveis a regulamentação.

Visto isto, como podemos aplicar o controlo biológico aos citrinos? Uma planificação de produção aliada a um bom conhecimento dos ciclos das pragas é essencial. Muitas das pragas presentes atualmente já existem há milhares de anos e, como a natureza nos tem mostrado desde sempre, sempre que algo existe em excesso, vai acabar por ser um recurso utilizado por outra espécie.

Portanto, se procurarmos bem, há predadores ou parasitóides que equilibram a balança e podem ser utilizados para combater as pragas que afetam as nossas culturas. Inclusivamente vários nemátodes e fungos podem ser aproveitados para o mesmo efeito, dependendo de qual o alvo e quais as condições em que a cultura se encontra.

Como exemplo, o uso do ácaro Neoseiulus californicus, combinado com Amblyseius swirskii, pode ser aplicado preventivamente nas árvores e reduzir ou mesmo eliminar a presença de várias espécies de ácaro e mosca-branca. Aphytis melinus e Anagyrus pseudococci são parasitóides que, juntos, podem proteger a cultura eficazmente contra a maioria das cochonilhas (respetivamente lapa e algodão) que afetam os citrinos. Chrysoperla carnea é um predador muito conhecido e com uma presença grande em todo o país, com particular incidência no Algarve, e é das armas mais eficazes no combate a todos os tipos de afídeos. O fungo Lecanicillium muscarium tem efeito em múltiplas espécies de pragas das mais variadas culturas e é um complemento a todo este plano.

Feromonas, atractivos e armadilhas de vários tipos podem ser utilizadas para capturas massivas de cochonilhas, moscas e outros, mas não devemos esquecer o seu uso provavelmente mais útil: monitorização e avaliação. Com estas ferramentas, o agricultor pode estar sempre bem informado da presença de várias das pragas e escolher, com consciência e precisão, quando deve aplicar os químicos a que já se habituou, sem criar uma situação em que pode induzir resistências ou afastar os predadores naturais existentes.

Este tipo de estratégia de produção requer algum esforço extra da parte do produtor, mas, tal como no caso da nutrição, tem o potencial de aumentar a viabilidade e sustentabilidade das explorações de citrinos. O crescimento do sector está sempre aliado à sua capacidade de seguir o mercado e, quando este pede adaptação, não só por razões económicas, mas também ambientais, é necessário reavaliar as nossas opções e fazer as melhores escolhas possíveis.

Como é fácil de constatar, as opções existem, a tecnologia existe, o mercado pede, os agricultores e técnicos demonstram capacidade de adaptação. Numa conjuntura em que reavaliamosa importância de vários sectores, a indústria agrícola volta a ser o foco e a base da sociedade. É necessário apresentar o melhor que temos e continuar o bom trabalho que é feito há décadas, inovando e adaptando a cada ano que passa.

Artigo originalmente publicado na Agrotec 35

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Tenho que comunicar a alguma entidade a pr

De acordo com a portaria a42/2020, sim, deve informar os serviços de inspeção fitossanitária da respetiva Direção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP). 

Citrinos

Existe o dever de informação da presença da praga qualquer proprietário, usufrutuário ou rendeiro de vegetais hospedeiros, e qualquer operador profissional que produza ou comercialize material vegetal hospedeiro e que tenha conhecimento ou que suspeite da presença do inseto vetor Trioza erytreae Del Guercio, deve informar de imediato os serviços de inspeção fitossanitária da respetiva DRAP ou a Direção -Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).

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Estudo fenológico e qualitativo da cultura

A cultura do mirtilo, Vaccinium corymbosum spp., teve, em Portugal e em particular na Região do Minho, um forte aumento da superfície de produção instalada a partir do ano 2013. Tratando-se de uma cultura recentemente introduzida e sem tradição no nosso país, há necessidade de aprofundar o estudo e a investigação ao nível da produção e da conservação.

Mirtilos

O presente trabalho teve por objetivo dar continuidade a trabalhos já desenvolvidos nos anos de 2014 e 2015 e, por isso, contribuir para o melhor conhecimento e padronização da evolução fenológica das cultivares de mirtilo, Duke, Drapper, Chandler, Ozarkblue e Legacy. Cumulativamente, pretendeu-se também estudar a conservação e evolução qualitativa do mirtilo, em pós-colheita, das mesmas cultivares.

As observações e recolha de dados da evolução fenológica das diferentes cultivares estudadas, decorreu entre 29 de fevereiro e 17 de julho de 2016.

Para isto, marcou-se um ramo por planta em 4 plantas por cultivar, recolhendo-se os dados semanalmente, com base na escala de observação fenológica já utilizada nos anos anteriores. Para o estudo do mirtilo em pós-colheita, colheram-se frutos no momento em que se iniciou a colheita na exploração e colocaram-se em conservação em câmara frigorífica a 2ºC, durante 28 dias, tendo-se feito avaliações em laboratório, semanalmente, quanto aos parâmetros de dureza, peso de 100 frutos, % de matéria seca, ºBrix, pH e acidez.

Em termos fenológicos, verificou-se que em 2016 houve um atraso generalizado, tendo-se iniciado o abrolhamento na última semana de março, a plena floração, na primeira quinzena de maio, e a maturação, na segunda quinzena de junho.

Quanto à evolução dos frutos em pós-colheita, percebeu-se que existiu de forma generalizada ao longo do tempo um aumento do ºBrix e uma diminuição da acidez, contudo, a perda de firmeza foi um fator que influenciou negativamente a qualidade do fruto à medida que o tempo de pós-colheita decorreu. Pode, com este trabalho, concluir-se que a evolução fenológica e a evolução dos frutos em pós-colheita são dependentes de cada cultivar.

O atraso na evolução fenológica das cultivares estudadas, em relação aos anos anteriores, poderá dever-se ao somatório tardio das horas de frio, necessárias ao abrolhamento. Porém, a duração de cada fenofase caraterizou cada cultivar.

No que respeita à conservação, percebe-se que, com exceção da firmeza, o mirtilo tem capacidade de melhorar as suas características qualitativas em pós - colheita, todavia, o mercado e a logística deve ser trabalhada para que o fruto chegue ao consumidor no menor tempo possível a fim de não comprometer a sua qualidade devido à sua desidratação.

Consulte a dissertação completa aqui.

Conheça outras investigações no âmbito da agricultura biológica.

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A investigação no âmbito da agricultura bi

Conheça as dissertações de mestrado e projetos dos alunos do Mestrado em Agricultura Biológica da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima / IPVC. Diariamente, um novo artigo sobre cada um dos tópicos estará disponível na Agrotec. Acompanhe a investigação no âmbito do modo de produção biológico.

Agricultura Biológica

Horticultura

Mário João de Sousa Louro. 2011. Modelação de clima em estufa climatizada para produção e enraizamento de estacas de Eucalyptus globullus Labill. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 123p.

Miguel António Neves de Oliveira.2011. Estudo da implementação do sistema HACCP em secagem de plantas aromáticas e medicinais no modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 127p. 

Joana Manuela da Silva Teixeira. 2013. Avaliação do sistema de condução de tomate (Lycopersicum esculentum Mill) enxertado em cultura protegida na produtividade e qualidade dos frutos. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 61p. 

Maria Eugénia Marques Oliveira. 2013. Avaliação da capacidade de compostos de acácia para substituição da casca de pinheiro na formulação de substratos. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 46p.

Maria dos Prazeres Pires da Silva. 2014. Anteprojeto de cogumelos shiitake (Lentinula edodes) em modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 57p. 

Iurii Galadzhun. 2015. Effect of grafting runner beans on crop yield and fruit quality. 43p. 

António Lopes Ferreira 2016. Estudo de cultivares de feijão (Phaseolus coccineus L.) como potenciais porta-exertos na cultura de feijão-verde (Phaseolus vulgares L.). Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 56p. 

Maria Glória Areias dos Santos. 2016. Adaptação da Stevia rebaudiana Bertoni em modo de produção biológica em Ponte de Lima. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 56p.

Hélder Francisco Herdeiro Fernandes. 2017. Avaliação dos efeitos da enxertia na produtividade e qualidade das vagens de feijão-verde com recurso a diferentes porta-enxertos na Região Litoral Norte. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 68p. 

Maria Teresa Gomes Monteiro. 2017. Avaliação dos efeitos da enxertia na produtividade e qualidade das vagens de feijão-verde com recurso a diferentes porta-enxertos. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 70p. 

Carlos Gil Silva Sá. 2020. Avaliação de porta-enxertos parcialmente resistentes no controlo de nemátodes-das-galhas-radiculares em tomateiro. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Fruticultura

Plácido Miguel Sampaio Miranda. 2011. Avaliação da incisão anelar, em diferentes datas, na produtividade e qualidade dos frutos da Actinidia deliciosa cv. Hayward. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 83p.

Duarte Henrique Carvalho dos Reis. 2012.  Citrinos em modo de produção biológico: tecnologia de produção e qualidade do fruto. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 183p.

Maria Teresa Lopes Coelho de Mascarenhas Saraiva. 2016.  Boas práticas para a cultura da macieira em modo de produção biológico na Região do Minho. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 92p.

Duarte Alexandre Moreno Martins Araújo. 2018. Estudo fenológico e qualitativo de Vaccinium corymbosum. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 62p. 

Maria Orquídea de Barros Barbosa. 2018. Estudo da influência da utilização de bioestimulantes naturais em Vaccinium corymbosum. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 52p. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. 

André Manuel Pereira Pedras da Cruz Lopes. 2020. Taxa de vingamento e monda manual de frutos em cultivares regionais de macieiras. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Viticultura

Cristiano Daniel Moreira Lopes Lima. 2012. Elaboração de um plano de amostragem para Empoasca vitis Goethe (Homoptera; Cicadellidae) em vinha na sub-região do Lima da Região demarcada dos Vinhos Verdes. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 89p.

Maria Mota Neves. 2012. Conversão para viticultura biológica. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 157p.

Fernando José Leão da Silva Machado. 2020. Avaliação de diferentes tipos de poda, na fertilidade, produção e maturação na casta Alvarinho, na sub-região do Sousa da Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Produção animal

Alexandra Falcão de Araújo. 2011. Avaliação da composição físico-química do músculo de vitelos da raça Cachena em modo de produção biológico e convencional, 81p. 

Rute da Conceição Pombo Coelho. 2012. Atributos de qualidade de carne do cabrito de raça Bravia em modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 72p. 

Alexandre Gaspar Barata. 2013. Estudo das caraterísticas da carcaça de bovinos em modo de produção biológico no Alentejo. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Joaquim Fernandes Pinto Teixeira .2013. Estudo da claudicação em vacas leiteiras em explorações do Concelho de Mogadouro no modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 41p. 

Lara Betânia pinto de Oliveira Evangelista  2013. Projecto de uma exploração de cabritos de raça serpentina, em modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 58p. 

Susana Maria Gonçalves de Freitas. 2015. Análise comparativa da viabilidade económica-financeira de uma empresa apícola em modo convencional e em MPB. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 49p. 

Maria Isabel da Silva Neto. 2017.  Contributo para o estudo de indicadores reprodutivos de caprinos de raça Bravia no concelho de Terras de Bouro no modo de produção biológico e convencional. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 49p. 

Sara Filipa Silva Cardoso. 2020. Influência da dieta no crescimento e composição química de larvas de insectos Coleoptera (Tenebrio molitor e Zophobas morio). Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

Virgínia Maria da Silva Rodrigues Morais. 2020. Parâmetros biométricos de ovos e reprodutivos de galináceos autóctones portugueses. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Fertilização 

Rui Manuel Machado Pinto.201.  Efeito da correcção orgânica e da reacção do solo numa rotação hortícola de modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 65 p. 

José Manuel Rodrigues Monteiro. 2011.Influência do fosfato de gafsa, da correcção orgânica e da reacção do solo, na produtividade da alface e da couve repolho no modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 98p.

Andreia Manuela Castro Santos.2012. Avaliação do processo de compostagem de misturas com resíduos vegetais ricos em fitoquímicos. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 49p. 

Áurea Margarete do Nascimento Câmara Sampaio. 2012. O papel das micorrizas no modo de produção biológico da alface (Lactuca sativa L.). Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 64p. 

João Miguel Valente Vieira de Sousa Fernandes. 2013. Avaliação de substratos com compostos de acácia e de hormona natural no enraizamento de alecrim e azereiro. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. 

Sandra Cristina Ruas Sá Carvalho. 2016. Efeito da correção orgânica e da fertirrigação na cultura da hortelã-pimenta (Mentha x piperita) no modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 92p. 

Ruben Daniel da Silva Ferreira. 2017.  Eficácia de um composto de resíduos de cunicultura com palha na produtividade e qualidade da alface. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 70p. 

Simão Pedro Alves da Silva. 2019. Efeito de corretivos orgânicos de resíduos vinícolas e biochar, com diferentes tempos de compostagem, na cultura de alface. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 68. 

Andreia Catarina Fernandes Rodrigues. 2020. Comparação do desenvolvimento da planta Photinia x fraseri ‘Red Robin’ produzida com diferentes substratos comerciais e modos de fertilização. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Proteção das culturas

Maria Custódia Dias Barros Gonçalves. 2011. Avaliação biológica de extractos de plantas aromáticas e medicinais no controlo de bactérias fitopatogénicas do tomateiro. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 103p. 

Henrique César de Vasconcelos Rodrigues Moreira. 2011.  Acção de Insecticidas de origem natural sobre o escaravelho-da-batateira e influência na produtividade e na qualidade de batata. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 113p.

Ana Lúcia Gonçalves Lopes. 2013.  Proteção biológica contra a mosca do terriço, Bradysia sp., na propagação vegetativa de plantas aromáticas e medicinais. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 87p. 

Eva Margarida Fernandes Garcia 2015. Variabilidade genética e fenotípica de Pseudomonas syringae pv. actinidiae, agente causal do cancro da actinídea, na região do Entre Douro e Minho. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 93p. 

Gabriela Sofia Teixeira Pereira. 2015. Incidência do cancro do castanheiro e estrutura populacional de Criphonectria parasitica (Murrill) M. E. Barr na região do Entre Douro e Minho. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 56p. 

Ana Teresa Alves Leal do Paço. 2016. Avaliação dos efeitos da enxertia de duas culturas de feijão-verde nas populações de nemátodes fitoparasitas e de bactérias fixadoras de azoto. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 78p. 

Maria Fernandes Martins.2016. Avaliação da resistência de linhagens de feijoeiro ao nemátode Meloidogyne javanica e ao fungo Fusarium oxysporum sp. phaseoli. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 68p. 

Telma Maria Sampaio Azevedo. 2017. Loquat (Eriobotrya japonica) microbiota :screening of potential biocontrol agent against Erwinia amylovora. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 99p. 

Francisco Manuel Garcia Beleza Vaz. 2018.  Reação hospedeira de cultivares de porta-enxerto de tomateiro ao nemátode-das-galhas-radiculares Meloidogyne incognita. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 65p. 

Luís Filipe Pinheiro Pinto Sobreiro. 2018. Sistema autónomo para a monitorização de insetos. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 95p.

Fernando José de Azevedo Silva Santos. 2019. Avaliação do metabolismo de carbono em Actinidia deliciosa cv. "Hayward" infetada com Pseudomonas syringae pv. actinidiae e o efeito do tratamento biológico com Bacillus subtilis. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 94p.  

José da Silva. 2019. Avaliação fitossanitária do arroz armazenado na Guiné-Bissau. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 54p. 

Ana Rita Pereira Martins. 2020. Biodiversidade e hipovirulência de Cryphonectria parasitica na Região do Entre Douro e Minho: implicações para o controlo biológico do cancro do castanheiro. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Carlos Gil Silva Sá. 2020. Avaliação de porta-enxertos parcialmente resistentes no controlo de nemátodes das galhas radiculares em tomateiro. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Economia/Mercado

Luís Filipe Figueiredo Lima. Estudo exploratório sobre o perfil do consumidor de alimentos de agricultura biológica. 2013 Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. 

Custódio de Sousa Oliveira. 2013. Proposta de desenvolvimento de uma estratégia territorial biológico : o caso do bio-distretto e sua aplicação em Portugal. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. 

José Paulo Rafael Martins da Mota. 2014. Agricultura biológica em Penafiel : avaliação do projeto "Semear Penafiel". Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 63p. 

Jóni Leandro da Silva Vieira. 2016. As novas tecnologias para o desenvolvimento da agricultura biológica em Portugal : desenvolvimento de um modelo para uma plataforma de trabalho em rede. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 118p.  

Pedro Miguel Lourenço Salvador. 2017. Plataforma "You Go Bio" - apadrinhamento de árvores de fruto produzidas em modo de produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 121p.

Gracinda Conceição Malheiro Cerqueira.2018. Estratégia de marketing dos produtos agro-biológicos e manual de boas práticas para os associados da Minhorigem - Associação Agro-Ecológica do Minho. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 93p. 

Impacto ambiental

Tiago André Sousa Barbosa. 2016. Cartografia de áreas high nature value farmland (HNVF) : propostas e processos de integração do modo produção biológico. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 94p.

Ana Patrícia Rocha Leitão. 2016. Identificação dos impactes ambientais resultantes da implementação do "Festival Internacional de Jardins" de Ponte de Lima. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 116p.

Liliana P. Alves Moreira. 2020. Análise de padrões de biodiversidade em Paisagens de Elevado Valor Natural (HNVf): Caso de estudo da Bacia Hidrográfica do Rio Vez. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Agricultura social

Joaquim Fernando Almeida da Cunha. 2012. Programa anual de horticultura terapêutica para idosos. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 72p. 

Armindo Pereira Magalhães.2014. Horticultura no Centro de Acolhimento Temporário de Nogueira como estratégia de sustentabilidade na inserção social. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. 

José Carlos Couto Oliveira. 2014. Associar os ritmos da natureza ao desenvolvimento de benefícios em pessoas com diversos tipos de dificuldade. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 44p. 

Maria de Lurdes Pereira da Silva . 2014. Horta do Saber : projeto estratégico de sustentabilidade de famílias carenciadas, no Centro Comunitário de Prado, Braga. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 108p. 

Marisa Maria Carvalho Moreira. 2014. Avaliação do impacto das hortas biológicas de V. N. Famalicão no bem-estar dos seus utilizadores. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 110p.  

Natália Maria da Silva Costa. 2015. Estudo dos benefícios sociais, ambientais e económicos das hortas sociais biológicas do município da Póvoa de Lanhoso. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 100p.

Cristina Manuela da Silva Ferreira. 2018. Avaliação do impacto das ações de formação em agricultura biológica na Lipor. Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo, 72p.

Cláudia Sofia Almeida Mouro. 2020. Horticultura terapêutica em pessoas com doença mental.Dissertação de mestrado em Agricultura Biológica. Escola Superior Agrária, Instituto Politécnico de Viana do Castelo. (em edição)

Atualizado a 14 de agosto de 2020

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Conheça as novas medidas de proteção contr

Foram aprovados, em Conselho de Ministro,  dois Decretos-Leis referentes a medidas de proteção contra as pragas dos vegetais e fitossanidade. Um assegura a execução e garante o cumprimento, na ordem jurídica nacional, das obrigações decorrentes do Regulamento (UE) n.º 2016/2031, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de outubro de 2016, relativo a medidas de proteção contra as pragas dos vegetais, bem como das suas alterações e dos atos de execução ou delegados nele previstos.

Sanidade Vegetal

Assegura, no que respeita à aplicação ao domínio das medidas de proteção contra as pragas dos vegetais, a execução e garante o cumprimento, na ordem jurídica nacional, das obrigações decorrentes do Regulamento (UE) n.º 2017/625, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de março de 2017.

Esta legislação, aprovada no ano em que se celebra o Ano Internacional da Sanidade Vegetal, assenta em importantes e inovadoras medidas de prevenção e de reforço dos programas de prospeção e erradicação das pragas e doenças das plantas e visa uma maior e mais sustentável proteção fitossanitária das culturas, das florestas e dos ambientes naturais.

Já o outro, transpõe diversas diretivas e garante o cumprimento de obrigações decorrentes de Regulamentos europeus no domínio da fitossanidade, tais como, as plantas ornamentais, material de propagação de videira, inspeção de pulverizadores, normas de comercialização de batata de consumo e batata-semente, Catálogo Nacional de Variedades de Espécies Agrícolas e Hortícolas e certificação de sementes, materiais de propagação de fruteiras e jovens plantas hortícolas.

Com este diploma são revistas as pragas e doenças, respetivos níveis máximos de presença e procedimentos para o seu controlo, que devem ser consideradas pelos produtores e fornecedores de materiais de propagação de plantas ornamentais, de materiais vitícolas, de batata-semente, de materiais frutícolas e plantas hortícolas, e de produtores e acondicionadores de semente.

Procede-se também, por um lado à atualização dos protocolos à inscrição no Catálogo Nacional de Variedades de espécies agrícolas e hortícolas, atentos ao progresso do melhoramento vegetal, e por outro à atualização do regime legal aplicável à inspeção dos equipamentos de aplicação de produtos fitofarmacêuticos.

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